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Estudante de Direito
Josemar Pedrodasilva
Natal (RN)
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J
Josemar Pedrodasilva
Comentário ·
há 8 anos
Justiça do Trabalho pode acabar se juízes se opuserem à reforma, diz Ives Gandra
Atualização Direito
·
há 8 anos
Uma reforma onde o relator e um emprsario que escraviza seus funcionario,varias empresas no RN ou e dele ou e no nome da família,muitas cheias de processo na justiça por não cumprir o que manda a lei,um ministro que nunca sequer soube o que é viver um dia de trabalho pesado,nunca passou um minuto junto ao trabalhador para ver na pele o que é trabalho ainda vem pousar de bonzinho querendo ser o Deus.cuidado com os castigo de Deus,a mão de Deus e pesada,Deus tenha misericórdia dessa gentalha.se voe que é patrão perdeu na justiça era por quê devia se cumprissem com seu papel ninguém precisaria recorrer a nada.
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Josemar Pedrodasilva
Comentário ·
há 8 anos
Sentença histórica: prefeito é condenado a 20 anos de prisão por ordenar o assassinato de 400 cães
Abr Jurídico e Contabilidade
·
há 8 anos
65 mil
e um contando com você seu verme.
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Josemar Pedrodasilva
Comentário ·
há 8 anos
Com denúncia de Aécio, STF pode abrir 10ª ação penal da Lava Jato
Jota Info
·
há 8 anos
A justiça tem que prevalecer,assim como serviu pro Lula que sirva para todos, ou irão fazer vistas grossas.quero ver se esse moro tem o poder de juiz agora ou era só armadilha para acabar com o Luiz Inácio.
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Clemente Leonardo Tegazzini Barrera
Comentário ·
há 8 anos
Litigância de má fé, na reforma da CLT, e a 'indústria' das Reclamações Trabalhistas
Elane F Souza Advogada
·
há 8 anos
Discordo do texto.
Acredito que as demandas caíram apenas inicialmente e não foi por deixarem de existir conflitos trabalhistas e muito menos por serem a grande maioria pessoas litigantes de má-fé.
Na verdade creio que as demandas caíram justamente por se propagar por todos os cantos que o trabalhador que perder tem que pagar e que pouco foi falado a respeito de que quando se ganha não há que pagar nada.
Da forma como foi falado na mídia espalhou-se o medo nas pessoas.
A maioria da população de nosso país lê apenas títulos, saem essas matérias, "os caras" visualizam e pronto, uma mentira se torna verdade (de forma geral, não me refiro ao texto da Dra.).
Como operador do direito eu sei que nada mudou e que direitos claros são violados todos os dias mas creio que na maior parte da população leiga o medo por desconhecer seus direitos tomou conta e foi isso que fez as demandas caírem.
Claro não sou um visionário que acredita na bondade de tudo e de todos mas pelo que senti de clientes foi isso, são várias perguntas voltadas na preocupação de perder, sem se pensar que se pode vencer por ter tido direitos prejudicados.
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Gabriel Moritz
Comentário ·
há 8 anos
Justiça do Trabalho pode acabar se juízes se opuserem à reforma, diz Ives Gandra
Atualização Direito
·
há 8 anos
Não é a primeira vez que ouço este tipo de declaração de "acabar com a justiça do trabalho". Interessante que aqueles que querem "acabar com a justiça do trabalho" não são lá pessoas muito imparciais. Atentem para o seguinte trecho:
“Se [Gandra Filho] não estivesse ocupando a presidência do TST, essa reforma não sairia. É a pessoa certa no lugar certo”, disse o deputado federal Efraim Filho (DEM), que também estava presente."
E este mais escancarado ainda:
" São dois feras que mudaram o Brasil ", diz Paulo Solmucci, presidente da Unecs, sobre Gandra Filho e o deputado federal Rogério Marinho (PSDB), relator da reforma trabalhista."
É, portanto, de clareza meridiana que aqueles que defendem a reforma trabalhista são partidários e não estão muito preocupados com os direitos dos trabalhadores. São exatamente estes que se escondem atrás do discurso da "modernização" e da "flexibilização" trabalhista.
Penso que os juízes que se opõem à esta nebulosa reforma trabalhista estão corretos, pois o judiciário não pode ser refém dos interesses escusos do legislativo e das entidades patronais que estão preocupadas tão somente com o lucro a qualquer custo.
Com a devida vênia aos colegas que defendem a classe empresarial, mas vejo muitos equívocos e falácias no discurso daqueles que criticam a Justiça do Trabalho, pois, na maioria das vezes, são empregadores que o fazem, geralmente frustrados e imbuídos de ódio pessoal por terem perdido uma causa movida pelo empregado de sua empresa, generalizam seu caso particular e se utilizam disso para atacar a Justiça do Trabalho.
De modo que o Judiciário não pode ser refém dessa parcialidade escancarada daqueles grupos que vislumbram na Justiça do Trabalho, um empecilho à ganância selvagem da classe empresarial.
Sei que muitos operadores do direito preferem tecer análises meramente técnicas e apartadas da situação do país, mas penso que não há como apartar este assunto da conjuntura política de exceção que nosso país atravessa e até mesmo da História do continente latino-americano. O pano de fundo da reforma trabalhista é, indubitavelmente, o desmonte do Estado Social e consequente avanço das políticas neoliberais.
Digo isso, pois como bem sabemos, o governo Temer conseguiu aprovar uma PEC que congela os investimentos em saúde e educação por duas décadas, pôs em leilão diversos campos de pré-sal, desnacionalizou a Embraer e está a poucos passos de privatizar a Eletrobrás. Então é preciso fazer uma análise não apenas sob a ótica jurídica, mas multicontextual, ou seja, observando todo o contexto em que se insere esta famigerada reforma trabalhista, sob pena de nos tornarmos diplomados ignorantes e analfabetos políticos, ricos em mestrados e doutorados, mas distantes da realidade.
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